Francisco Buarque de Hollanda, conhecido como "Chico Buarque", escritor e musico de características admiráveis e muitas outras classificações não mostradas aqui. Mas os sítios de pesquisas esqueceram de dizerem que ele também é mais um amante da liberdade. Corajoso, intrépido, ousado e muito sábio, abusou de sua genialidade para criticar a forma de governo que assolava a nação naqueles tempos de Ditadura Militar.
Exilado, impedido de entrar na sua terra por aqueles que dominavam o que ninguém os deu, ele usou uma arma muito poderosa contra os ditadores, uma arma que fazem-os tremer, pois sabem de quão efeito que a tal pode causar, se chama a voz da liberdade, nas suas musicas profetizou a luta e a promessa de novos tempos do povo contra a opressão. Gênio por empregar parônimos e homônimos em suas letras e corajoso por atacar o medo que cobria o Brasil nos anos escuros de "chumbo" do nosso país.
Chico Buarque, herdeiro da cultura, guerreiro da paz, aquele que não bebeu do "Cálice" que derramava sangue inocente brasileiro, o Cálice da hipocrisia, da dor e lágrimas da tortura, ele não o aceitou e falou quando o "Cale-se" tentou censura-lo, quando "tanta mentira, tanta força bruta" oprimia a nação. Porém, o amanhã "há de ser outro dia" que ele acreditou chegar e o fim da barbárie, sucumbir. E assim se fez, o mundo girou como uma roda gigante, num instante, o tempo rodou, o chumbo virou folha de papel que a brisa levou.
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