sábado, 20 de abril de 2013

Os Meus Desvarios, Só Deus Entende.

A noite segui e com ela meus desvarios, perturbam-me, penso no dia, na flor do amanhecer com seu sorriso incandescente sob os rais do sol, penso na chuva que alegra meu povo e que da ânimo ao inanimado, caia chuva, caia sobre a terra que vago errante a procura de tudo, e de nada. Suplico a vós senhor do tudo, és senhor dos céus e das águas, manda tuas nuvens povoar minha cabeça e molhar meus pés - ó incontestável ouve meu clamor, seu povo chora! Manda teu milagre, mas que caia de mansinho, pois sei que de uma só novem se quiseres podes tirar todas as águas do mar.

Ouço um grilo e dele sai seu canto, tentando conquistar uma fêmea talvez, deve ser uma canção triste, pois quem canta sozinho? Será um lamento, um pobre grilo sozinho sem ninguém? Não, esse sou eu. Quero cantar, procuro minha musica, mas não tem letra pois ainda não a escrevi, então pego minha caneta e começo a escreve-la, mas minha letra é feia e só eu a entendo, ou pelo menos é o que penso, será que um dia poderá alguém entender minha musica? Eu já ouvi uma musica de alguém, era linda e agradável, mas a pessoa não canta mais ela esqueceu sua voz, que pena cantava tão bem...

A noite se estica e o sono me toma, já não sei se estou dormindo ou acordado, pode ser um sonho se for por favor não me acordem, odeio quando estou no meio do sonho e acordo não concluindo o que queria fazer. 

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